‘Cobertura da Agência Pública sobre o coronavírus’ ganha menção honrosa por cobertura jornalística da COVID-19

‘Cobertura da Agência Pública sobre ou coronavírus’, menção honrosa na cobertura do COVID-19 Prêmio Roche 2020.

A conjuntura da COVID-19 levou à criação de uma menção honrosa para destacar e premiar a melhor cobertura jornalística sobre a pandemia realizada na América Latina, enfocada na sustentabilidade dos sistemas de saúde da região e levando em conta os desafios que este setor apresentava antes da atual situação mundial.

O Brasil leva para a casa a nova menção honrosa com a série de trabalhos “Cobertura da Agência Pública sobre o coronavírus”, na qual se observa a qualidade do acompanhamento sistemático do tema feito pela equipe jornalística da Agência Pública no Brasil.

O trabalho vencedor da menção honrosa para a cobertura jornalística da COVID-19 é de autoria de Thiago Domenici, Marina Amaral, Natalia Viana, Andrea Dip, Bruno Fonseca, Ciro Barros, José Cícero da Silva, Anna Beatriz Anjos, Rute Pina, Julia Dolce, Ethel Rudnitzki, Alice Maciel, Babak Fakhamzadeh, Barbara D’Osualdo, Bianca Muniz, Caroline Farah, Diogo da Silva, Gilberto Nascimento, Giulia Afiune, Joana Suarez, Larissa Fernandes, Laura Scofield, Mariama Correia, Mariana Simões, Marina Dias, Moisés Sarraf, Nyle Ferrari, Pedro Grigori, Rafael Oliveira, Raphaela Ribeiro, Ricardo Terto, Tainah Ramos, Vasconcelo Quadros.

Veja o trabalho.

Para a equipe assessora encarregada de selecionar o melhor trabalho para esta menção honrosa, essa série de trabalhos é um grande exemplo de jornalismo: sério, investigativo, com foco e relevância social e que faz uso de dados contextualizados com a realidade mostrada. Encara os diferentes problemas de acesso à saúde, desde os mais “clássicos”, como os de infraestrutura, até outros menos tocados, como o de acesso à informação correta. O grupo de especialistas, além disso, destaca as fotografias excepcionais, os infográficos atraentes e a diagramação das reportagens.

O grupo assessor foi formado por Patricia Fernández de Lis, redatora-chefe de Ciência do jornal El País, da Espanha; Roxana Tabakman, bióloga, jornalista científica e escritora, e Álvaro Javier Idrovo, epidemiologista e sanitarista, professor da Universidad Industrial de Santander, na Colômbia.

Sobre os autores

Thiago Domenici: Editor e repórter da Agência Pública, tem 17 anos de experiência com jornalismo e comunicação com passagens por outras publicações independentes como as revistas Caros Amigos e Retrato do Brasil. É coautor dos livros-reportagens “Brasil Direitos Humanos”, publicado em 2008 pela Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência da
República e “Ni pan ni circo – historias de hambre en América Latina”, publicado em 2016 pela fundação Friedrich Ebert. Tem experiência em análise de documentos como os publicados pelo WikiLeaks e o Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ) – como as parcerias sobre os Panama Papers. Já recebeu diversos prêmios por reportagens
individuais e em equipe; foi finalista do Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos e do Prêmio Gabo/FNPI pelas coberturas da Agência Pública sobre Amazônia.

Marina Amaral: Marina Amaral é jornalista desde 1984 com passagens pelas redações da Folha de S. Paulo, revista Globo Rural, TV Record e TV Cultura. A partir de 1997, passou a atuar no jornalismo independente, participando da fundação da Revista Caros Amigos, da qual foi repórter especial e editora executiva até 2007. Nesse período conquistou um Prêmio
Herzog pelo conjunto de reportagens publicadas em Caros Amigos (1998) e uma menção honrosa em conjunto com o jornalista João de Barros (2004). Entre 2008 e 2009, coordenou uma equipe de 13 jornalistas em levantamento inédito sobre Direitos Humanos no Brasil, a pedido da Secretaria Nacional de Direitos humanos e atuou como repórter no livro “Jornal Movimento, uma reportagem”. Desde 2011 é diretora e co-fundadora da Agência Pública.

Natalia Viana: É jornalista há 20 anos, diretora e co-fundadora da Agência Pública e Jornalismo Investigativo. É autora e co-autora de quatro livros sobre violações direitos humanos: Plantados no Chão (Conrad, 2007), Jornal Movimento, uma Reportagem (Manifesto, 2010) e Habeas Corpus: Que Se Apresente o Corpo (Secretaria de Direitos Humanos, 2010) e o e-book O Bispo e Seus Tubarões, sobre o impeachment de Fernando Lugo no Paraguai (Agência Pública, 2013). Como repórter e editora, venceu diversos prêmios de jornalismo, entre eles o Prêmio Vladimir Herzog de Direitos Humanos
(2005/2016), o prêmio Comunique-se (2016/2017), o Prêmio Trofeu Mulher Imprensa (2011/2013) e o prêmio Gabriel García Márquez (2016). Em 2016, foi a jornalista brasileira mais premiada. Em 2019, sua série Efeito Colateral, sobre civis mortos pelo Exército, foi finalista do prêmio Shining Light Award, da Rede Global de Jornalistas Investigativos.
Em 2018, foi reconhecida como empreendedora social da rede Ashoka e passou a integrar o Conselho Reitor da Fundação Gabriel García Márquez. Escreve colunas de opinião para o site El Diario, na Espanha.

Andrea Dip: É repórter especial e editora na Agência Pública de Jornalismo Investigativo. Trabalha com jornalismo em direitos humanos desde 2001. Recebeu sete prêmios de jornalismo em Direitos Humanos e foi finalista do Prêmio Gabriel García Márquez para o Novo Jornalismo Ibero-Americano em 2015, junto ao quadrinista Alexandre de Maio, com a primeira reportagem investigativa feita em quadrinhos no Brasil. Em maio de 2018 lançou seu primeiro livro reportagem “Em nome de Quem? A bancada evangélica e seu projeto de poder” que recentemente levou o 3o lugar no Prêmio da Biblioteca Nacional. Em junho lançou o documentário “Sob Constante Ameaça”, realizado em co-direção com o artista
Guilherme Peters. É becária Cosecha Roja e Independent Journalism Program de Open Society Foundation 2018 na cobertura sobre juventude, desigualdade e pobreza, violência contra as mulheres, crimes de ódio e ataques contra a comunidade LGBTQ.

Bruno Fonseca: Editor e repórter multimídia, trabalha com infografia, dados, vídeos e animação. Na Agência Pública, teve trabalhos premiados nos prêmios Petrobrás de Jornalismo, Vladmir Herzog, República, MPT de Jornalismo, Direitos Humanos de Jornalismo da OAB, e Délio Rocha de Jornalismo de Interesse Público. Graduado e mestre pela Universidade Federal de Minas Gerais, fez curso de jornalismo multimídia pela Thomson Reuters

Ciro Barros: Repórter da Agência Pública há seis anos. Ganhou os prêmios do Movimento Nacional de Direitos Humanos, da OAB, pela reportagem “O Inquérito do Black Bloc” e o prêmio da ANPR (Associação Nacional dos Procuradores da República) em 2015 e 2016 pela reportagem “No Ceará, terra dos Tremembé é ameaçada por resort espanhol” e pela série “Amazônia em Disputa” – cobertura finalista dos prêmios Gabriel García Marquez e Petrobras de Jornalismo.

José Cícero da Silva: Fotógrafo e videomaker. Atuou como freelancer para veículos de comunicação que abordam violações de direitos humanos. Contribuiu para Carta Capital, Rede Brasil Atual e Outras Palavras. Além da Agência Pública, faz parte do DiCampana Foto Coletivo.

Anna Beatriz Anjos: Jornalista investigativa dedicada à cobertura de violações de direitos humanos. Desde janeiro de 2016, trabalha como repórter na Pública. Cobriu as eleições de 2016 e 2018 como fact-checker do Truco, verificando falas de candidatos à prefeitura e ao estado de São Paulo. Autora de reportagens vencedoras do Prêmio Roche de Jornalismo em Saúde (2015) e do 35º Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo (2018). Formada em Jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero (2013) e pós-graduanda em Estudos Brasileiros pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FESPSP). Fellow do International Center for Journalists (ICFJ) na ProPublica, em Nova York (abril/maio de 2019).

Rute Pina: Formada pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), trabalha há três anos como repórter, com publicações em portais como Brasil de Fato e Estadão. Em 2015, participou do 26º Curso Estado de Jornalismo Aplicado. Tem interesse em Direitos Humanos, Política e Jornalismo de Dados.

Julia Dolce: Repórter e fotojornalista da Agência Pública, formada em Jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Também cursou graduação em fotografia pelo Senac. Passou pelas redações do observatório do agronegócio De Olho nos Ruralistas e do jornal Brasil de Fato, onde trabalhou por três anos, cobrindo política e direitos
humanos. Em 2017, trabalhou por um mês na Palestina para o site de notícias Alternative Information Center, em Beit Sahour (Cisjordânia), onde produziu uma série de reportagens sobre a ocupação israelense. Sua reportagem Famélicos: A fome que o Judiciário não vê recebeu menção honrosa no 36º Prêmio Direitos Humanos de Jornalismo e compõe o
Especial Fome, indicado pelo Prêmio Gabriel García Márquez como uma das 10 melhores coberturas da América Latina em 2019.

Ethel Rudnitzki: Formada em jornalismo pela Escola de Comunicações e Artes da USP. Realizou intercâmbio acadêmico na Universidade de Coimbra em Portugal, onde estudou jornalismo com especialização em Estudos Europeus. Trabalhou também como editora e repórter da Revista Viração e do portal Agência Jovem de Notícias, participando de coberturas e
eventos internacionais como a Terceira Conferência das Nações Unidas sobre Moradia e Desenvolvimento Urbano Sustentável e a 22ª Conferência das Partes sobre Mudança do Clima. Na Pública, fez parte do Truco – projeto de fact-checking – durante as eleições de 2018, e produz reportagens sobre redes sociais e desinformação.

Alice Maciel: Formou-se em jornalismo em 2009 na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, foi repórter do jornal Diário do Comércio e do jornal Estado de Minas. Como freelancer, colaborou com os jornais O Globo, Intercept Brasil e Bloomberg. Publicou a primeira reportagem na Agência Pública em julho de 2015. Venceu o prêmio Délio Rocha de
Jornalismo de Interesse Público em 2016 e em 2019.

Babak Fakhamzadeh: Estava trabalhando na ICT4D antes de ter um nome (2001), e agora cria soluções “full-stack”. Ele trouxe fotomaratonas para a África (2007) e ganhou o “Highway Africa New Media Award” (2007) junto com Ismail Farouk. Seu trabalho foi selecionado para representar Uganda no “UN World Summit Award” duas vezes (2011, 2012), e foi vencedor na competição global em 2012, junto com Eduardo Cachucho. Em 2016, trabalhando com a Agência Pública, venceu o Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos. Em 2017, o Museu do Ontem, primeiro aplicativo da Pública, venceu o “UN World Summit Award”. Ele teve as duas exposições de fotografia conjuntas (2007) e solo (2011) e criou o que provavelmente foi o primeiro tour da cidade baseado em telefone celular (2004) e o primeiro passeio baseado em “QR-codes” (2009).

Barbara D’Osualdo: Jornalista com formação pela Universidade de São Paulo e pela Université Lumière Lyon 2 (França). É coordenadora de parcerias internacionais na Agência Pública, onde organiza o fluxo de traduções e republicações de reportagens por veículos estrangeiros.

Bianca Muniz: Estudante de jornalismo da Escola de Comunicações e Artes da USP e biomédica formada pela Unifesp, onde finaliza seu mestrado em ciências. Participou da equipe de coordenadores do São Paulo Sem Migué, projeto de fact-checking sobre a prefeitura de São Paulo. Atualmente, é estagiária de jornalismo de dados na Agência Pública.

Caroline Farah: Graduada em jornalismo pela Universidade Metodista de São Paulo e pós-graduanda em mídia, informação e cultura pela Universidade de São Paulo. Possui experiência em reportagem, edição de homepage e conteúdo, checagem de informação, gerenciamento de mídias sociais e assessoria de imprensa. Foi repórter-assistente de dados na Agência Pública e fact-checker na cobertura da eleição estadual de São Paulo em 2018. Atualmente, é secretária de redação na Agência Pública.

Diogo da Silva: Formado em jornalismo desde 2006. Foi repórter, editor e colunista do site Curitiba Cultura entre 2009 e 2013. Em 2013, por questões financeiras, passou a desenvolver a atividade de assessor de imprensa. Entre idas e vindas, novamente na pista da reportagem, incentivado em grande parte pela seleção e publicação decorrente da décima edição do concurso Microbolsas da Agência Pública.

Gilberto Nascimento: Jornalista de política, religião e direitos humanos há quarenta anos. Passou por veículos como TV Record, Folha de S.Paulo, O Globo, O Estado de S. Paulo, Correio Braziliense e IstoÉ. Autor do livro “O Reino – a história de Edir Macedo e uma radiografia da Igreja Universal” (Companhia das Letras).

Giulia Afiune: Jornalista e mestre em Inovação em Mídia pela Northeastern University, em Boston, trabalhou como jornalista investigativa e repórter de engajamento no Texas Tribune, em Austin, EUA. Na Agência Pública, Giulia foi repórter investigativa entre 2013 e 2015 e participou do Projeto 100, que reuniu cem histórias de famílias removidas por causa da Olimpíada no Rio, e que ganhou o Prêmio Vladimir Herzog em 2016. Giulia voltou à equipe da Pública em 2020 como Editora de Audiências.

Joana Suarez: Repórter freelancer, focada em jornalismo de profundidade. Gosto de me debruçar, principalmente, em pautas de direitos humanos e feminismo, mas me atraem também temas de saúde, educação e meio ambiente. Tenho sugerido e produzido minhas reportagens, publicando em mídias independentes e nacionais. Sou metade pernambucana
e metade mineira, divido meu tempo e atuo como jornalista nos dois Estados agora. Em Recife, nasci e vivi até os 17 anos. Em Belo Horizonte, cresci e vivi meus últimos 15 anos, sete deles como repórter no jornal O Tempo.

Larissa Fernandes: Estudante de Jornalismo da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP). Foi estagiária no Videocamp, plataforma de filmes do Instituto Alana, onde trabalhou com produção de conteúdo para as redes sociais e criação de peças gráficas. Também já passou pelo Jornal e Rádio USP. Atualmente, é estagiária de Criação da Agência Pública.

Laura Scofield: Estudante de jornalismo da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP). Por um ano, trabalhou como diretora do núcleo de cultura da Jornalismo Júnior. Faz parte do conselho estudantil da OBORÉ Projetos Especiais e é estagiária de redação na Agência Pública.

Mariama Correia: Jornalista formada pela Universidade Católica de Pernambuco e pós-graduada pela Universidade Federal de Pernambuco. Foi repórter do coletivo de jornalismo investigativo e independente Marco Zero Conteúdo e da editoria de Economia do jornal Folha de Pernambuco. Já assinou matérias no The Intercept Brasil, em revistas da Editora Abril e em outras publicações. Participou de duas edições do “Atlas da Notícia”, um mapeamento do jornalismo no Brasil, como pesquisadora do Nordeste. Tem curso de jornalismo de dados pela Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) e de mídias Digitais, na Kings (UK).

Mariana Simões: É jornalista no Rio de Janeiro. Formada em Artes Liberais pela universidade de Sarah Lawrence College em Nova York, trabalhou para o site de noticias Business Insider e atuou como repórter das Nações Unidas. Em 2013 se mudou para o Rio, onde trabalhou como coordenadora e produtora de conteúdo para os sites da EBC e contribuiu como freelancer para The New York Times, N + 1 e Al Jazeera.

Marina Dias: É formada em Jornalismo pela Universidade Estadual de Londrina, foi repórter na Rádio UEL FM. Trabalhou como assessora de imprensa de empresa multinacional na In Press Porter Novelli, onde participou de lançamentos internacionais de produtos. Desde 2014, é coordenadora de comunicação e membro do conselho deliberativo da Agência Pública. Trabalhou nas campanhas de crowdfunding e de lançamento de projetos inovadores da Pública nos últimos seis anos. É responsável por coordenar a distribuição de conteúdo da Pública para diversos veículos.

Moisés Sarraf: Jornalista freelancer em Belém (PA) na cobertura de temas relacionados à Amazônia.

Nyle Ferrari: Jornalista com formação pela Universidade de São Paulo, atua desde 2016 como coordenadora das mídias sociais da Agência Pública, onde produz conteúdo e desenvolve estratégias e produtos digitais para ampliar o impacto online das reportagens. Como freelancer, produz conteúdo para redes sociais e reportagens sobre veganismo, beleza
natural e sustentabilidade. Tem reportagens publicadas em veículos como Trip, Tpm, Revista Catarina, Ponte Jornalismo, além de blogs e sites independentes.

Pedro Grigori: Jornalista com formação pela Universidade Católica de Brasília. Repórter da Agência Pública, atua como correspondente em Brasília. Faz parte do projeto Por Trás do Alimento, junto à Repórter Brasil. Anteriormente, trabalhou por dois anos no jornal Correio Braziliense. É vencedor do Prêmio CNT de Jornalismo 2018 na categoria Meio Ambiente e Transporte. Esteve entre os finalistas do Prêmio CNH Industrial de Jornalismo, em 2018, e Prêmio CNT de Jornalismo, em 2017.

Rafael Oliveira: Estudante de jornalismo da Escola de Comunicações e Artes da USP. Passou pelo Jornal e Rádio USP e pela Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji). Na Abraji, participou da organização do 13º Congresso Internacional de Jornalismo e das primeiras coberturas do Programa Tim Lopes de Proteção a Jornalistas. Faz reportagens para a Agência Pública desde março de 2019.

Raphaela Ribeiro: Jornalista formada pela Escola de Jornalismo Énois, já teve reportagens publicadas na Folha, HuffPost Brasil, The Intercept e Revista AzMina. Atualmente, é estudante de comunicação social na Universidade Anhembi orumbi, coordenadora de comunicação no Cursinho Popular Educar-se e estagiária de redação da Agência Pública.

Ricardo Terto: Ricardo Terto é roteirista, escritor e editor de áudio. Mora em São Paulo e é autor de dois livros, Marmitas Frias (2017, ed. Lamparina Luminosa – crônicas ) e Os Dias Antes de Nenhum (2019, ed. Patuá – contos).

Tainah Ramos: Estudante de jornalismo da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP). Em sua passagem pelo setor de Comunicação da Escola Politécnica da USP, trabalhou com assessoria de imprensa, produção de conteúdo para as redes sociais e divulgação científica. Desde dezembro de 2019, atua como estagiária de mídias sociais na Agência Pública.

Vasconcelo Quadros: Foi Correspondente do Jornal do Brasil, entre 2005 e 2006, na Amazônia; Entre 2006 e 2002, em São Paulo, com passagens pela Agência Estado, Folha da Tarde, Diário Popular, sucursal do Jornal do Brasil e revista IstoÉ; de 2002 até 2019, já em Brasília, passagens pelas sucursais da IstoÉ, Estadão, Jornal do Brasil, entre outros,
sempre atuando na editoria de Brasil (antiga Nacional ou Geral). Atualmente é correspondente da Agência Pública em Brasília.

Sobre o Prêmio Roche

O Prêmio Roche de Jornalismo em Saúde é uma iniciativa da Roche América Latina e da Secretaria Técnica da Fundação Gabo, que busca reconhecer a excelência e fomentar o trabalho jornalístico de qualidade na cobertura de temas de saúde na América Latina.

Feito com por

Pin It on Pinterest